O Que Ver e Fazer na Polónia – 5 Melhores Atrações

Com uma localização geográfica estratégica, entre a Europa Central e a Europa de Leste, a Polónia é país com uma longa história, por vezes complexa e turbulenta.

Entre as principais atrações turísticas destacam-se as cidades como Cracóvia, Varsóvia, Wroclaw e Gdansk, com um magnífico património arquitectónico, e o Museu e Memorial de Auschwitz-Birkenau.

Cracóvia

Castelo de Wawel

Localizada no sul da Polónia, nas margens do rio Vistula, Cracóvia é a segunda maior cidade do país, e uma das mais antigas. O epicentro de uma visita a Cracóvia é a chamada Cidade Velha (Stare Miasto), onde se situa a Praça do Mercado (Rynek Glowny), uma das maiores praças medievais da Europa de onde irradiam diversas ruas com edifícios históricos, restaurantes, lojas de souvenirs, e tabernas típicas. Esta área, inscrita pela Unesco na lista de Património Mundial em 1978, cobre ainda o Castelo de Wawel e o bairro judeu de Kazimierz.

Varsóvia

Varsóvia

Edificios no centro histórico de Varsóvia

Fundada no século XII, o crescimento de Varsóvia inicia-se verdadeiramente no século XV. No final do século XVI, a cidade é elevada a capital do reino da Polónia, substituindo Cracóvia. No século XX, a cidade foi arrasada durante a Segunda Guerra Mundial. Reconstruída minuciosamente, a Cidade Velha (Stare Miasto) conserva os vários estilos arquitectónicos originais, dos períodos gótico, renascentista, barroco e neoclássico. A praça do Castelo, com as suas esplanadas, e a Catedral de São João Baptista são alguns dos símbolos desta cidade reconstruída. Do período pós-guerra, o Palácio da Cultura e Ciência é um notável exemplo do realismo socialista, o estilo arquitectónico predominante na ex-União Soviética.

Wroclaw

Arquitectura de Wrocaw

Wroclaw é uma cidade polaca localizada nas margens do rio Oder na região da Baixa Silésia, no oeste do país. Combinando a herança de diversas religiões e culturas europeias, a cidade foi polaca, checa, austríaca, alemã, e polaca de novo, desde 1945. Menos conhecida do que outras cidades da Polónia, Wroclaw não fica atrás com o seu impressionante património arquitectónico.

As principais atrações incluem a Praça do Mercado (Rynek) e o edifício da antiga Câmara Municipal, a igreja de Santa Isabel, cuja torre de 91,5 metros de altura inclui uma plataforma de observação aberta ao público, e o rio Oder cujos passeios de barco proporcionam uma outra forma de conhecer esta cidade medieval. Wroclaw possui também o maior e mais antigo jardim zoológico da Polónia, inaugurado em 1865.

Gdansk

Porto de Gdansk no mar Báltico

Gdansk é a maior cidade do norte da Polónia, desenvolvida em torno do seu porto no mar Báltico, que ocupou uma posição estratégica na Liga Hanseática. Fundada no século X, Gdansk tem uma história política complexa, dividida entre a Alemanha e a Polónia. A cidade tornou-se polaca de forma permanente depois da Segunda Guerra Mundial. A parte antiga da cidade, arrasada durante guerra, foi sujeita a uma reconstrução impressionante, embora não total, já que os traços de influência alemã foram substituídos por influências holandesas, italianas e francesas.

Não deixe de visitar a igreja de Santa Catarina, a mais antiga da cidade (datada de 1220) e, mesmo em frente, o Grande Moinho, erguido pelos cavaleiros teutónicos em 1350. Ainda no centro, outra igreja impressionante, a de Santa Maria, é a maior igreja medieval do mundo construída em tijolo. Gdansk é também conhecida por organizar a maior feira do mundo de âmbar do Báltico.

Auschwitz-Birkenau

Campo de concentração de Auschwitz

Uma visita ao Museu e Memorial de Auschwitz-Birkenau é uma experiência poderosa e difícil de esquecer. Localizado em Oswiecim, a cerca de 75 km de Cracóvia, a primeira impressão dos visitantes ao chegarem ao local é de vastidão daquele que foi o maior campo de concentração nazi. Após a entrada, assinalada pela famosa inscrição “Arbeit Macht Frei” (O Trabalho Liberta), os visitantes percorrem os vários blocos da prisão onde foi montada uma exposição com evidências do genocídio, incluindo objectos pessoais das vítimas, bem como fotografias e documentos históricos.